quarta-feira, 25 de março de 2009

Somos cerejas.. :)..



.. no topo do bolo de cada uma de nós.

domingo, 22 de março de 2009

Mal posso esperar

Pelo encontro na 6ª feira de manhã,
pela chegada à nossa casinha,
pelo primeiro almoço,
pela primeira bebida...

Pelo karaoke,
pelos milhares de fotos e vídeos,
pela gelatina,
pelos jogos para beber (talvez devessemos jogar ao contrário, jogar para não beber para que o bar não acabe na primeira noite).

Pelas gargalhadas certas,
pelas lágrimas prováveis,
pelas noites,
pelas manhãs em que acordaremos juntas e partilharemos todos os pormenores da noite anterior...

Mal posso esperar por tudo que vou sentir...

Mas não quero, não consigo pensar no depois....

sexta-feira, 20 de março de 2009

No nosso grupo!

Há amigas a quem se pode ligar a qualquer hora do dia ou da noite, há amigas que podem estar a dormir mas que vão fazer um esforço por abrir o olho para ouvirem com atenção o que a outra tem para contar, há amigas que mesmo com sono fazem as outras sentir-se melhor, há amigas que a países de distancia conseguem ter insónias ao mesmo tempo em que a outra noutro país está a ter um problema e, devido às insónias e porque não há coincidencias, conseguem ajudar com um simples telefonema, há amigas que têm furos no carro e ainda assim ouvem com atenção os problemas das outras amigas e dizem as coisas certas nas alturas certas, há amigas que são mais desligadas mas que ao sentirem que as outras precisam se tornam amigas mais presentes, porque aquele è o momento,há amigas que se preocupam tanto com as histórias das amigas que até pedem conselos aos seus amigos rapazes, há amigas que dispensam estar com os namorados porque as outras amigas estão quase a ir embora, há amigas que mandam mensagens todos os dias a dizer o quanto adoram as outras e há aquelas que não o fazem mas que não por isso gostam menos, sentem menos, adoram menos!

No nosso grupo há lugar para todas, à nossa maneira ajudamo-nos, ralhamos, rimo-nos, dizemos que os malucos são os homens, juntamo-nos para constactar factos acerca de outras que alguma de nós não tem grande empatia, à nossa maneira somos nós próprias e quando estamos juntas somos Nós todas, em grupo, como amigas, como irmãs, como alguem que se completa, como várias partes que se unem para criar a magia que só acontece quando estamos juntas!

Adoro-vos!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Árvore genealógica

A maior parte das vezes somos irmãs umas das outras. Deitamo-nos ao lado umas das outras a conversar até adormecer, pedimos miminhos na cabeça, mostramos as coisas que os rapazes nos mandam, queixamo-nos dos pais, falamos daquilo que fizemos durante o dia, dos dramas, damos gargalhadas e choramingamos no ombro umas das outras. Zangamo-nos todas e berramos, à vez, temos os nossos problemas e zangas, irritamo-nos, praguejamos, mas sabemos que é como nos irmãos, que tanto berram mas que morrem de saudades quando se separam e que ficam unidos uma vida inteira. Temos um ou outro lugar que nos marca em especial, o sofá da casa de alguém, um café, uma cama onde às vezes acordamos e é outra de nós que está lá ao lado. Almoçamos juntas às vezes, a duas e duas, ou três, outras vezes estamos todas, como as famílias grandes com os almoços onde estão os irmãos todos.

Somos Pai e Mãe também às vezes. Quando uma está a dar indicações, quando pedimos dinheiro emprestado, quando tomamos conta porque alguma está doente, triste ou cansada. Damos o colo que as mães dão e os raspanetes quanto aos rapazes errados que dão os pais. Mesmo quando as situações são mais difíceis, já fizemos umas pelas outras coisas que só uma mãe é capaz de fazer por um filho. Aquela mão que nos tira a baba, a migalha colada, que nos ajuda a vomitar, a vestir, a andar.

Hoje minhas queridas, são como minhas filhas porque o orgulho que trago por terem quase todas acabado o curso só é superado pelo dos vossos pais (bem sei que não vos paguei a faculdade nem vos alimentei) porque para mim, não há nada melhor do que saber que as pessoas de quem gosto conseguiram cumprir aquilo a que se propuseram, que terminaram uma etapa, que foram bem sucedidas e cortaram hoje a meta:)

quarta-feira, 18 de março de 2009

uma forcinha!!

Depois da performance da lolita, agora é a vez da jo e da yara :)
Força meninas!!Desta vez não festejamos de véspera (não que tenha dado azar, antes pelo contrário!) mas fazemos a festa amanhã..e depois continuamos até porque o ENEI está quase aí..o estômago que se vá habituando.."o corpo é que paga"!!

boa sorte, estamos com vocês:)

*beijinhos

sábado, 14 de março de 2009

sexta-feira, 13 de março de 2009

Adivinhem o Quanto Gosto de Vocês?!



O amor não é mesmo fácil de medir ou de transmitir...


"A Pequena Lebre Castanha, que se ia deitar, agarrou-se bem agarrada às orelhas muito compridas da Grande Lebre Castanha. Quis ter a certeza de que a Grande Lebre Castanha estava a ouvir.
- Adivinha quanto eu gosto de ti - disse ela.
- Ora bem, acho que não consigo adivinhar isso- disse a Grande Lebre Castanha.
- Gosto assim- disse a Pequena Lebre Castanha, esticando os braços o mais que podia. A Grande Lebre Castanha tinha uns braços ainda maiores. Mas eu gosto de TI assim- disse ela.
«Humm, é muito», pensou a Pequena Lebre Castanha.
- Gosto de ti esta altura toda- disse a Pequena Lebre Castanha.
- E eu gosto de ti esta altura toda- disse a Grande Lebre Castanha.
«É mesmo alto», pensou a Pequena Lebre Castanha. «Quem me dera ter uns braços assim.»
Então a Pequena Lebre Castanha teve uma boa ideia. Fez o pino, encostada ao tronco muito esticadinha.
- Gosto de ti até à ponta dos pés!- disse ela.
- E eu gosto de ti até à ponta dos teus pés- disse a Grande Lebre Castanha, fazendo-a girar por cima da cabeça.
- Gosto de ti até onde eu consigo SALTAR! Riu-se a Pequena Lebre Castanha, dando pulos e mais pulos.
- Mas eu gosto de ti até onde eu consigo saltar- sorriu a Grande Lebre Castanha, e saltou tão alto que as orelhas tocaram no ramo da árvore.
«Isto é que é saltar», pensou a Pequena Lebre Castanha. «Quem me dera saltar assim.»
- Gosto de ti o caminho todo até ao rio- gritou a Pequena Lebre Castanha.
- E eu gosto de ti até depois do rio e dos montes- disse a Grande Lebre Castanha.
«É mesmo longe», pensou a Pequena Lebre Castanha. Tinha tanto sono que já quase nem conseguia pensar. Então olhou para além das moitas, para a grande noite escura. Nada podia ser mais longe do que o céu.
- Gosto de ti até à LUA- disse ela, e fechou os olhos.
- Ora, se isso é longe- disse a Grande Lebre Castanha.- É mesmo, mesmo longe.
A grande Lebre Castanha deitou a Pequena Lebre Castanha na caminha de folhas. Inclinou-se e deu-lhe um beijo de boas-noites.
Depois deitou-se muito pertinho e murmurou sorrindo:
- E eu gosto de ti até à Lua... e de volta até cá abaixo."

Sam McBratney

Palavras para quê??

I'm so Happy


I'm Alive!!!

Parabéns Clau!




"Ser amigo é..


Saber brincar
Nao ter vergonha de chorar
Ser como criança
Dar conselhos
Saber ouvir
Dar um empurrãozinho
Defende-lo do inimigo
Admitir quando erra.. "

Gosto muito de ti Clau*

quarta-feira, 11 de março de 2009

Good Luck Clau!

Querida, tal como no caso na Martinha estou de saída para mais um grande momento nas nossas vidas e só quero deixá-lo marcado com toda a minha boa energia, pois tenho a certeza que vais "Brilhar", sim porque "Espalhar Mágia" já fizeste (só tu para me fazeres repensar o meu casamento lol).

FORÇA!

Um Beijooo*

As aventuras em... PORTO COVO



:)

sábado, 7 de março de 2009

Montanha Russa emocional (será que os Russos têm destas coisas?é que eu acho que isto é mesmo coisa de gaja latina)

Há uma certa insabilidade emocional que advém destas fases de transição na nossa vida. A mim, dá-me para rir de emoção e alegria e desatar a chorar no final e olhem que não é bonito. Além de parecer que sou maluca a minha mãe sempre me disse que tenho o canal lacrimal demasiado aberto e que sou a única pessoa que ela conhece que consegue ter quatro lágrimas a escorrer de cada lado da cara em simultâneo. Tanta coisa bonita para as quais eu podia ser dotada, podia cantar bem, ou saber assobiar bem e canto mal que dói e os meus assobios saem so uns ligeiros sopros e ainda me babo toda. Mas bem, sei chorar a sério, cada um tem de se amanhar com aquilo que tem.

Nestes dias ou noites, ainda por cima fico cheia de fome. Graças a Deus tenho amigas que em vez de me lembrarem que no dia a seguir vou estar a praguejar por causa da gordura ainda me dizem: Vais fazer um bolo? Oh que bom, eu não tenho ovos senão também fazia! Manda-me um mms quando estiver a sair do forno!! E pronto, lá estava eu ontem à noite, a afogar as mágoas no resto das pataniscas de bacalhau do jantar e no bolo quente que obviamente teve as suas consequências logo a seguir... Tal como as emoções, vá-se lá saber porquê, a vontade de comer também vem alternada naquele doca-salgado-doce-salgado que é como o ovo e a galinha e só pára quando estou tão enjoada que tenho de ir buscar uma água das pedras para pôr um ponto final nesta gula louca.

Ora bem, companhia precisa-se, vamos la tentar ligar ao homem para ver se recebo uns miminhos e me animo, já devia ter adivinhado, completamente bêbado no meio de uma festa. Passo para uma amiga começamos a conversar, boa! Está no mesmo estado e já estamos a chorar ao telefone, oh meu deus! Bem, pelo menos não me posso queixar, até nos telefonemas tenho dos dois extremos um pouco, tal e qual como convém em noites destas! Mas amanhã é um novo dia e sei que vou poder descarregar tudo numa corrida (gosto de continuar a chamar jogging aos meus passeios no parque com um gelado, i-pod, horas e horas de cara ao sol para ver se melhoro o aspecto e o jogging reduzido ao caminho que faço de casa até ao parque) porque um bocadinho de fotossíntese e exercício faz milagres nestas situações.

Mas tudo isto só acontece desta maneira extrema porque a vida, tembém foi assim que a vivemos. Custa sempre chegar ao final de uma fase, somos todos resistentes à mudança, mesmo que seja para melhor, há que ter coragem de nos desprendermos de certas coisas, deixar as recordações para trás e dar aquele passo gigante em frente, mesmo que seja de olhos fechados. Só estou assim hoje porque sei que aproveitámos os últimos anos até ao limite, porque esticámos a corda até não poder mais, até chorar a rir, até cairmos de bêbadas, até desatarmos num pranto em pleno café da faculdade. Porque nos unimos desta maneira única sem termos medo do que nos iria acontecer quando tudo isto acabasse e tivessemos de nos separar, porque fechámos os olhos e demos passos à frente com força, para não termos de ver aquilo que estávamos a fazer, para não termos medo, aquele medo que prende as pessoas médias, que não as deixa viver, que as torna pequenas e tacanhas, fechadas no seu próprio casulo. Porque fizemos tudo aquilo que queríamos, algumas coisas que não queríamos, mas porque sobretudo tivemos o dom de nos arrepneder só daquilo que fizemos.

E agora estamos neste sprint final.

E se bem nos conheço, vamos desatar a correr e morrer depois da meta.

P.S. Prometo que relato quer o sprint com a bandeira nos braços quer a desidratação e o longo período a soro consequente.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Estas aqui para ser Feliz!



Há coisas que só me fazem pensar em vocês...este anúncio é a prova viva disso.

Sei que far-me-ão muita falta, sei que os primeiros tempos sem vocês não serão nada facéis...mas no entanto sei que cada vez que olhar as nossa fotos e relembrar os nossos momentos, além da nostalgia, sentirei uma enorme felicidade:por vos ter conhecido e por vos poder levar internamente comigo para qualquer cantinho deste imenso mundo (isto é o que me faz ter a certeza que nunca estarei sozinha nem sentir-me-ei vazia).

Porque estamos aqui para ser felizes e porque nunca será um «Adeus» mas sim um «Até Breve»...bora lá viver intensamente e agradecer diariamente por nos termos conhecido.

Adoro-vos!

quarta-feira, 4 de março de 2009



De a uns anos para cá comecei a questionar-me se alguma vez chegaríamos a conhecer, verdadeiramente, alguém. Prontamente, e talvez da forma mais cruel, obtive as minhas respostas e a partir daí comecei a delinear o que hoje chamo a "Teoria do Player". Esta teoria consiste, simples e especificamente, no facto de um homem e uma mulher só e unicamente se conhecerem, ou melhor, mostrarem, como são depois de terminarem qualquer tipo de relação que tenham mantido até então.

Parece ridículo, mas acreditem, não é!

Conhecemos alguém, por quem nos interessamos e nos apaixonamos, partilhamos tudo com ele… a nossa vida, sentimentos, lugares e amigos, sempre que algo acontece, é em quem primeiro pensamos e telefonamos. Acreditamos existir compreensão, entendimento, cumplicidade… até que a certeza de ser o homem da nossa vida se instala e começamos a fazer planos (mesmo que não seja da nossa natureza fazê-los), até porque nunca ninguém nos entendeu e aceitou como ele, tal como também nunca ninguém deu-se a nós daquela forma. De um momento para o outro tudo termina, por mensagem, por mail, por carta ou simplesmente desaparecem covardemente. Ficamos sem entender porquê e a questionarmo-nos se a culpa terá sido nossa; se foi algo que fizemos ou dissemos. Tudo se torna, então, “ilusão de sentimentos” e um terrível engano.
Comecei por me questionar “porquê só conhecemos uma pessoa depois de terminarmos um relacionamento (namoro e afins) com ela?”; “porquê é que as pessoas se cobrem de capas e artimanhas?”; “será que o seu verdadeiro “eu” é assim tão feio que até os próprios abominam?” … Sinceramente? Bullshit!

Para mim, estas pessoas são uns Players… nunca tinha ouvido este termo até uma amiga o pronunciar e achei que se encaixava na perfeição na minha teoria. Estas pessoas são interessantes (à primeira vista), envolvem-nos, encantam, cativam e enganam. São aquelas pessoas que mostram ser uma coisa e na verdade são o oposto; juram nunca mentir-nos, o que por si só já constitui uma mentira. Na maioria das vezes terminam connosco porque precisam de um tempo para se encontrarem, mas também não são capazes de abrir mão de nós e fazem 30 por uma linha para de algum modo nos manter aprisionadas a eles…mandam mensagens a dizer que sentem a nossa falta, que pensam em nós e chegam ao descaramento de pronunciar a palavra amor; cartas, músicas e poemas, tudo o que seja necessários para não nos deixarem partir e seguir em frente.

Aprendi a muitos solavancos e tropeços, que só conhecemos alguém depois de terminarmos com ela, pois tudo aquilo que sempre nos juraram torna-se, ao fim de contas, somente em palavras… frases feitas que leva o vento. Claro que isto só é possível ao fim de algum tempo, pois até então a ilusão de que tudo volte a ser o que era se instala e nos deixamos levar… até que um dia abrimos os olhos ou temos aquela amiga que sem papas na língua nos diz “acorda miúda, a vida está a passar por ti” e então o que a muito era evidente torna-se tão claro e então instala-se a lucidez que os momentos de dor trazem posteriormente. Olhamos para eles e então, agora com a distância necessária, vemo-los como realmente são. E mesmo depois de muitos e bons momentos juntos, questionamos-nos como estivemos tanto tempo com aquela pessoa, pois na verdade… não a conhecemos.

terça-feira, 3 de março de 2009

Ainda existem príncepes encantados

Às vezes ouço uma ou outra amiga questionar a existência de homens de jeito. Eu própria me questiono sobre isso, será que só há homens mentirosos, sacanas, cabrões, aldrabões, adúlteros e infiéis? Será que já não há esperança para nós, pequenas meninas grandes, que gostam de tal e qual como quando eram pequeninas de vez em quando de voltar a calçar as suas sapatilhas de ballet, de pôr o toalhão à volta do corpo a fingir que é um vestido de gala, de experimentar anéis e pulseras como se fôssemos umas princesas e que como tal ainda sonhamos com o príncepe encantado?Será que estão em extinção esses ráros espécimens de sangue azul, fiéis, dedicados, capazes de nos levar o pequeno almoço à cama, de nos supreenderem sem bouquets pirosos e chocolates manhosos, capazes de nos encantar, surpreender, mimar, cuidar, tratar bem a vida toda, homens que nos abrem a porta para passarmos, que são capazes de nos pegar ao colo para passar por cima da poça e não termos de ficar com o pés molhados ou sujos de lama. Homens que cantam e encantam, mesmo que cantem mal, que nos tapam os olhos e fazem aparecer gelados, que nos prendem com as coisas certas e com as erradas, que só não nos vão buscar de coche porque nos íamos passar com eles de vergonha.
Eu olho à volta e vejo alguns, uns por quem já passei, outros que felizmente estão constantes na minha vida e são meus amigos há anos.
Para todas aquelas que se questionam, eles existem...
A questão minhas queridas, é se nós os queremos assim, mas isso é outra história e essa não é de encantar.

Ainda há esperança...

Após uma conversa com a Yara dei por mim a pensar.

Será que os homens gostam de lamechices? Do amorzinho, bebezinho (que me dá náuseas só de escrever), fofinho e todos os outros nomes terminados em inhos? Que falemos como umas anormais ou como se tivéssemos 2 anos e estivéssemos a aprender a falar? Mas será que nunca ninguém lhes disse o quão é horrível falar assim!

Afinal o que é que os homens querem?

Gostam de nós, que lhes damos luta, que somos um mistério, temos ideias e atitudes próprias, é por nós que se apaixonam, mas é com as sonsas que lhes prestam vassalagem que eles ficam, e fingem ser felizes. Porque sabem com o que contam, que tem alguém que lhes alimente o ego e lave os pés no final do dia, pois de nós tem medo, porque por vezes se sentem inferiores, porque não sabem com o que podem contar e isso intimida-os.

Aterroriza-os poderem perder o controlo, o controlo da situação e principalmente de si próprio. Sim! é esse efeito que lhes fazemos e é assim que as pessoas se sentem quando estão apaixonadas. Vendo bem nós somos pessoas apaixonantes e é isso que os amedronta. Alguns tentam mas acabam por fugir, na realidade só um verdadeiro homem destemido nos poderá “levar”, alguém que não tenha medo de se entregar ao amor, sem senhor nem rei. Afinal, meninas nada está perdido, só temos encontrado as pessoas erradas (garotos).